
Há mais de 02 (dois) anos, mais precisamente no dia
19 de junho de 2013, ocorria no Acre, o bloqueio das atividades da
TelexFree, primeira empresa no país acusada de prática de pirâmide
financeira, caracterizado como crime contra a economia popular.
Iniciava-se, assim, uma das maiores batalhas judiciais da Justiça
brasileira.
Sem provas, com o bloqueio de quase
R$700 milhões, simplesmente com base em indícios, a justiça acreana
determinou a contratação da empresa perita empresa Ernst & Young
para elaborar um laudo que pudesse indicar se a Telexfree seria, ou não,
pirâmide financeira. Ao custo de aproximadamente R$ 5milhões, pagos
pela Telexfree, o relatório apresentado pela
O
diretor de marketing da TelexFree, Carlos Costa, tenta agora questionar o
laudo da perícia realizada pela empresa, devido diversas falhas
gritantes apresentadas no relatório que, inicialmente considerado
inconclusivo, emitiu parecer de que a atividade da empresa seria
considerada pirâmide financeira.
A
Ympactus Comercial, dona da Telexfree, protocolou exceção de suspeição
pedindo a nulidade da perícia feita pela empresa Ernst & Young
movida pelo Ministério Público do Acre que acusa a empresa de pirâmide
financeira. Entre outros pontos, os advogados da Telexfree afirmam que
há trechos do laudo que foram produzidos em conjunto com o MP-AC, o que
coloca em xeque a parcialidade da perícia. "Há diversas fotos na
arguição de exceção que comprovam encontros dos peritos do MP-AC com os
peritos da Ernst & Young sem o conhecimento da empresa", afirma o
advogado Wilson Roberto.